sábado, 19 de abril de 2008

Responsabilidade ambiental na Governança Corporativa

A adesão a governança corporativa tornou-se pré-requisito para uma boa solidez nos mercados de capitais. As organizações instituídas como Sociedades Anônimas são as pioneiras. Mas, há uma crescente necessidade para que a governança corporativa seja aderida em todas as esferas organizacionais.

A governança corporativa se baseia no tripé formado pelas ações nominativas, pelos impactos sociais e pela responsabilidade ambiental. A venda exclusiva de ações nominativas, em detrimento da abolição da venda das ações preferenciais, tem como mote o nivelamento de investidores, que ganham e decidem quase da mesma forma. O poder de influência reside agora na quantidade acionária.

Os impactos sociais da empresa podem ter menor efeito dependendo de sua atuação mercadológica. Uma marca forte, bem posicionada na consciência da sociedade, evita entraves nas ações da empresa, assim como seu expurgo do mercado. Excelentes relacionamentos entre empresa e sociedades são firmados baseados nesta ressalvas.

A responsabilidade ambiental é o tripé que dá base de sustentação a governança corporativa. É de extrema dificuldade as organizações basearem suas ações visando à manutenção ambiental. Existem casos em que há contradições entre o que a empresa diz e faz. Algumas investem pesando em maneiras de preservação, porém sua base produtiva é poluidora, seus fornecedores agressores do meio-ambiente, seus produtos não - ecologicamente recomendáveis.

O aquecimento global, as grandes enchentes, a poluição dos rios, o desmatamento, o tráfico de animais, dentre outros, podem ser evitados pelas grandes corporações, pelas pequenas, pelo Estado e principalmente pela população. Esta é a mais afetada pelos problemas ecológicos. E consciente disto vem mudando seus hábitos, mesmo que ainda seja de forma incipiente.

Logo, para que a governança corporativa realmente seja plena, as três bases devem estar coesas, em estado de uniformidade de ações e de importância. As grandes corporações que a utilizam devem agir em parceria com os agentes sociais que possui relacionamento. O trabalho conjunto ajuda otimizar o uso correto dos recursos ambientais sem agressão ecológica, o que garante o fim da irracionalização do trato ao meio-ambiente.

Um comentário:

Michael disse...

Bacana esse texto. Abraço.