terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Escolhendo o melhor operador logístico

A logística torna-se a função de grande destaque na gestão contemporânea. Ela permite o estudo do fluxo de materiais e informação na cadeia de valor da empresa, que se inicia no fornecedor e termina no cliente. A interligação entre os elos da cadeia é feita pelos operadores logísticos, que também são elos.

Dependendo do modal escolhido, variada é a escolha do operador logístico. Por terra, por água ou pelo ar as transportadoras permitem que a cadeia siga o seu fluxo. Em determinados casos as transportadoras possuem características hibridas: elas podem operar tanto na água (fazendo o transporte internacional), quanto em terra (entregando a mercadoria no ponto de abastecimento). Assim, a escolha entre operadores diferentes ou o mesmo operador para permitir que o fluxo continue em harmonia dependerá de uma escolha balizada da organização.

A administração deve elaborar pré-requisitos de escolha que sejam condizentes com o seu desejo de agradar seus clientes. Também precisa ser levada em conta a gestão do fluxo de informações acuradas, que deve se disponibilizado pelo operador, o que garantirá melhor controle. Possibilitará desta maneira que a organização realize um bom gerenciamento de logística.

Portanto, escolhendo de forma acertada o operador logístico, seguindo critérios que garantam a competitividade organizacional, a cadeia de valor permanecerá em excelente fluxo, proporcionando ótimos ganhos para a organização.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Direcionadores de Custos: a sua importância

Os administradores são os profissionais que atuam na racionalização dos recursos. Para tanto, deve-se ter o conhecimento das operações organizacionais, dispostas em rotinas pré­definidas, e quanto é gastos nelas. A premissa do gerenciamento de custo passa pelo crivo da identificação correta dos seus direcionadores.

Os direcionadores são os parâmetros que induzem a utilização dos custos, mensurando-os e os classificando, o que facilita a sua gestão. É papel dos administradores dá uma melhor destinação de recursos. Evitar desperdícios é primordial. Daí, gerenciar os direcionadores é gerenciar a melhor utilização de custos. Otimizar custos é garantir lucros objetivados.

Um sistema de custos que permita tal tarefa foi formulado de forma coerente com a premissa de gerenciamento de custos. Por isso, os direcionadores necessitam ser identificados de forma precisa. Caso contrário, eles poderão ter passado informações que podem minimizar os lucros objetivados.

Se os administradores possuem a competência já discriminada, não se podem admitir erros na identificação e gerenciamento dos direcionadores de custos. A empresa tem melhor competitividade com melhor utilização dos gastos com recursos. Daí ser importante a gestão de tais parâmetros.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Telefone OI com número VIVO

Mudanças ocorreram no mercado de telefonia móvel brasileiro. Entre os anos de 2002 a 2007, passou-se de 32 milhões para 106,6 milhões de assinantes, um aumento de cerca de 333%. As facilidades tecnológicas aqueceram o mercado, mas no que se relaciona ao atendimento ao cliente as operadoras são as campeãs do PROCON.

Com vistas à proteção ao consumidor e seguindo sua prerrogativa institucional, a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) põe em vigor a Resolução 477, de 07 de agosto de 2007, que modifica a forma de atendimento ao usuário, lhe garantido segurança e confiabilidade que seus diretos estarão resguardados. Só que a maior mudança que essa resolução traz é a possibilidade de troca de operadora utilizando-se o número da concorrente. Será possível utilizar um aparelho da operadora OI com o número da concorrente VIVO.

Estás mudanças acirram a disputa no mercado. Assim como alerta as operadoras a um melhor atendimento aos seus clientes. Apesar do enorme volume de clientes, os mesmo não recebiam um foco melhor de bom atendimento. A partir de agora deverá ser mais bem tratado. Senão, leva o seu número de telefone à concorrente.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Bairro Jardins: Hiper Bom Preço X Hiper G Barbosa

Nos próximos meses será inaugurado mais um hipermercado na cidade de Aracaju. O novo estabelecimento possui proporções que começaram a abalar as estruturas dos concorrentes. E pior: será em frente ao seu maior rival

O Hiper Bom Preço funcionará na área mais valorizada atualmente em Aracaju. Estará numa Praça com grande fluxo de clientes. Clientes estes das mais variadas faixas de renda e que traziam enormes lucros ao estabelecimento concorrente. No passado, nas instalações do Shopping Jardins onde hoje está o Hiper G Barbosa, o Bom Preço foi convidado a ocupar. Desistiu por considerar a inviabilidade do Shopping Jardins. Erro mercadológico que fortaleceu o G Barbosa, que passou a ocupar no mesmo instante o posto de maior rede de supermercados do Estado de Sergipe.

Entretanto, passando o olho na Teoria Mercadológica, por haver duas organizações de grande porte próximas, cria-se a possibilidade de ruína dos dois estabelecimentos. Só que o Wall-Mart, ao tomar tal decisão de investimento, considerou o aumento de sua capacidade de concorrência – que vinha decaindo nos últimos anos – refletida no tamanho da nova loja. O G Barbosa, para pôr-se em igualdade mercadológica, iniciou a reestruturação física da Loja Jardins. Se continuasse parado, o Bom Preço devastaria seu concorrente facilmente.

Quem sairá em vantagem nesse episódio será o consumidor sergipano. Verá nos próximos anos, de forma sorridente, na arena do mercado sergipano, as duas gigantes redes de hiper e supermercados se degladiarem em igualdade. Mas fica a pergunta: o que acontecerá com a loja do Bom Preço instalada no bairro Jardins?

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Terceirizando a firma individual

O mercado de trabalho (MT) apresentou no ultimo ano um aumento no numero de oportunidades. Mas, a situação ainda é desfavorável para o mercado de Recursos Humanos (MRH). Este ainda está em situação de demanda.

Muitos são os métodos que estão sendo utilizados pelo MRH, em busca de uma situação de equilíbrio com o MT. Dentre eles, está a contratação de empregado pessoa jurídica. O que isso significa? Que cresceu o número de Firma Individuais prestando serviços em contratos de terceirização, em que o empresário individual é o próprio prestador.

Esses contratos estão se tornado rentáveis para os empregadores, pois em ser quadro de pessoal pode figurar um colaborador que não lhe é pago férias, 13º salário ... Recebendo somente o seus ordenado. Ao empregado-empresária fica o ônus das contribuições sociais e os tributos.

A terceirização de firma individual tem ser nascedouro nos Estados Unidos (como era de se esperar) e concentrava-se na contratação de profissionais de nível escolar superior. Com o tempo estendeu-se para os demais níveis escolares. Aqui em nosso pais, temos como destaque São Paulo, onde há contratação para qualquer nível escolar, quaisquer serviços, dependendo da oferta da empresa individual.

O equilíbrio entre o MT e o MRH pode está se configurando nesse novo relacionamento de jurídico apresentado. Porém, é capaz de estar iniciando-se um desastroso desequilíbrio social com a terceirização da firma individual.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Risco de um novo Apagão

Lá pelos idos 1999, 2000 ou 2001 (bem, não consigo me lembrar, sofri um apagão ...) o Brasil passou pela sua maior crise energética, que popularmente ficou conhecida como o Apagão. No momento parece que passaremos pelo mesmo risco.

A administração do primeiro ocorrido clamou pela população - e esta atendeu prontamente, por que ela seria e foi a maior prejudicada – para diminuir o uso de energia, o que também foi seguido pelo empresariado. Depois de passada a turbulência, montou-se um plano estratégico de geração e consumo energético, que deve ter sido mal formulado e aplicado.

A atual administração passa pelo mesmo perigo, mas dificilmente a outrora solicita e engajada colaboradora terá um papel omisso numa possível estratégia reativa. Há possibilidades de retaliação da colaboradora. É muito difícil aceitar um novo caos, devido a incompetência de planejamento. Aqueles causadores da turbulência anterior, hoje riem à toa. São opositores da nova gestão. É normal tal comportamento, porém eles contribuíram para esta nova situação de crise.

Por conseguinte, durante esses 5 anos da atual gestão houve tímidos investimentos no setor energético. Muito se falou da mudança da matriz energética brasileira, que se tornaria a nuclear, sendo o Nordeste a base (com um potencial solar enorme...). Bom, devido a eminente nova crise esses investimentos devem ser contabilizados como desperdício.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

IOF e CSLL: alternativas de orçamento

O gestor de qualquer organização tem a difícil missão de otimizar os recursos disponíveis do orçamento, que foi planejado para uso em determinado período. Perda ou ganho de numerário no orçamento resulta uma enorme dor de cabeça.

Essa dor de cabeça precisa de uma forte dose de antibiótico, quando representa em torno de 20% dos recursos de seu orçamento. Medidas devem ser planejadas e executadas para compensar tal perda. Mas, estas medidas não podem ser apenas paliativas. Serão fonte segura de recursos. Devendo, por isso, serem cuidadosamente pensadas e planejadas.

O governo federal passou dias pensando como compensar a perda da CPMF, tendo tais premissas em mente. Sua solução foi aumentar as alíquotas do IOF e do CSLL. Muita chiadeira começou a surgir, mas com grande força na imprensa. O Congresso e o Senado estão em férias. Estão adormecidos para descanso...

Na prática quem deve assumir o ônus de tais impostos serão aqueles que tomaram empréstimos e as empresas de nosso país. Mas, há um risco para o pequeno consumidor, que por razões próprias contrai empréstimos ou tem por prática efetuar pagamento mínimo de seus cartões de crédito. Muito cuidado deverá ter nessa hora. Nada melhor ele fazer sempre um planejamento financeiro de suas contas, para não torna-se o grande afetado por esses impostos.

Se a oposição pensava atingir o governo barrando a CPMF, ela conseguiu. Por conseguinte, este dá o troco aumentando a carga tributária daqueles que sustentam a oposição. Será que foi um tiro no próprio pé da oposição?